Imposto Seletivo (IS) na Reforma Tributária: Como se preparar para a sobretaxação de produtos em 2027
Prepare seu negócio para o Imposto Seletivo (IS) da Reforma Tributária em 2027. Entenda a sobretaxação de produtos, cronograma e como adaptar seus sistemas.
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- Tabaco
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Resposta direta
Prepare seu negócio para o Imposto Seletivo (IS) da Reforma Tributária em 2027. Entenda a sobretaxação de produtos, cronograma e como adaptar seus sistemas.
Perguntas-chave
- O que Imposto Seletivo muda na prática para o contribuinte?
- Como Reforma Tributária afeta planejamento e tomada de decisão?
Imposto Seletivo (IS) na Reforma Tributária: Como se preparar para a sobretaxação de produtos em 2027
O que muda no seu negócio a partir de 2027 com o Imposto Seletivo?
Empresas dos setores de veículos, bebidas alcoólicas, tabaco e mineração enfrentarão uma nova camada de tributação com o Imposto Seletivo (IS), previsto na Reforma Tributária (EC 132/23). Além do IVA Dual (CBS + IBS), esses produtos serão sobretaxados com alíquotas que podem elevar preços ao consumidor e reduzir margens. A cobrança começa em 2027, mas a preparação deve começar já em 2026, durante o período de testes.
Produtos impactados: Quem paga o IS e como será calculado
O IS incidirá sobre a produção, comercialização e importação dos seguintes itens, com alíquotas definidas por lei complementar (PLP 68/24):
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Veículos automotores: Critérios de eficiência energética e emissões definirão a alíquota. Isenção para taxistas e PCDs.
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Bebidas alcoólicas: Tributação proporcional ao teor alcoólico (ex: destilados pagarão mais que cervejas).
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Cigarros e derivados do tabaco: Alíquotas escalonadas entre 2029 e 2033, acompanhando a redução do ICMS.
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Bebidas açucaradas: Regras específicas serão definidas em regulamentação futura.
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Mineração (exceto exportação): Alíquota máxima de 2,5%.
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Loterias e apostas: Regulamentação detalhada em legislação própria.
Exceções: Exportações são isentas, exceto para bens minerais, energia elétrica e telecomunicações.
Impacto no fluxo de caixa e compliance: O que fazer agora
A cumulatividade do IS (sem crédito tributário) aumenta a carga fiscal sobre a cadeia produtiva. Para mitigar riscos, empresas devem:
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Revisar contratos: Cláusulas de repasse de custos para clientes ou fornecedores.
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Atualizar sistemas: ERP e softwares fiscais devem estar prontos para emitir notas com o IS a partir de 2027.
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Simular cenários: Em 2026, a CBS e o IBS serão testados sem recolhimento efetivo. Use esse período para ajustar preços e margens.
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Treinar equipes: Contadores e advogados precisam dominar as novas regras para evitar autuações.
Cronograma da Reforma Tributária: Prazos críticos
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2026: Testes da CBS e IBS (sem recolhimento).
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2027: Início da cobrança do IS, CBS e IBS. Extinção gradual do PIS/Cofins, IPI, ICMS e ISS.
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2033: Transição completa para o novo sistema.
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A cada 5 anos: Revisão das alíquotas pelo Congresso.
Riscos de não compliance: Multas e autuações
A não adaptação às novas obrigações acessórias pode resultar em:
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Multas por erro na emissão de notas fiscais com o IS.
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Perda de créditos tributários (não-cumulatividade plena não se aplica ao IS).
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Dificuldades em auditorias fiscais.
Ferramentas para se preparar
Plataformas como o Guia da Reforma Tributária da IOB e cursos especializados ajudam a mapear impactos setoriais. Para empresas de médio e grande porte, a contratação de consultorias tributárias é recomendada para modelar cenários de precificação.
Palavra-chave: Como o Imposto Seletivo afeta setores regulados em 2027.


