IBS em 2026: Como o Split Payment e a DERE vão redefinir o fluxo de caixa do setor de Serviços

IBSAtualizado 07/05/2026, 15:35

A Reforma Tributária de 2026, com IBS, Split Payment e DERE, transformará o fluxo de caixa do setor de Serviços. Entenda impactos e como se preparar para as novas regras.

IBS em 2026: Como o Split Payment e a DERE vão redefinir o fluxo de caixa do setor de Serviços

Resposta direta

A Reforma Tributária de 2026, com IBS, Split Payment e DERE, transformará o fluxo de caixa do setor de Serviços. Entenda impactos e como se preparar para as novas regras.

Perguntas-chave

  • O que IBS muda na prática para o contribuinte?
  • Como Reforma Tributária afeta planejamento e tomada de decisão?

IBS em 2026: Como o Split Payment e a DERE vão redefinir o fluxo de caixa do setor de Serviços

· Por Equipe Editorial

O que muda no seu compliance fiscal a partir de 12 de agosto

A Reforma Tributária avança para a fase de implementação prática, e o Pré-Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) promove, entre 12 e 15 de agosto, a imersão online "Reforma Tributária em Movimento". O evento, gratuito e transmitido via Microsoft Teams, é uma oportunidade crítica para CFOs, contadores e advogados tributaristas entenderem como as novas regras afetarão o fluxo de caixa, os custos de adaptação e as obrigações acessórias das empresas do setor de Serviços.

Pontos-chave que impactam sua operação

  • Split Payment (13/08): A divisão automática do IBS/CBS entre União, estados e municípios exigirá ajustes nos sistemas de pagamento. Empresas terão que adaptar seus ERPs para garantir a não-cumulatividade plena e evitar retenções indevidas.
  • Declaração de Regimes Especiais (DERE - 13/08): A nova obrigação acessória substituirá benefícios fiscais atuais. Setores como saúde e educação precisarão reavaliar suas estratégias de compliance para manter vantagens competitivas.
  • Arquitetura Tecnológica (13/08): A integração com o SIAFIC (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais) demandará investimentos em TI. Empresas que não se prepararem correm risco de multas por inconsistências nos dados.
  • Cashback (15/08): O mecanismo de devolução de impostos para famílias de baixa renda pode alterar a precificação de serviços. É essencial revisar margens e políticas comerciais.

Cronograma técnico: O que será debatido dia a dia

Data Tema Impacto para sua empresa
12/08 Cadastro e Documentos Fiscais Eletrônicos Novos campos obrigatórios nos documentos fiscais exigirão atualização de softwares. Prazo para adaptação: 6 meses após a publicação da LC aprovada.
13/08 Split Payment e DERE Empresas com operações interestaduais terão que recalcular alíquotas efetivas. O não cumprimento pode gerar bloqueio de créditos fiscais.
14/08 Apuração e Integração com SIAFIC A apuração mensal do IBS/CBS substituirá o modelo atual. Erros na declaração podem levar a autuações automáticas.
15/08 Regimes Especiais (Combustíveis) e Cashback Setores regulados (como postos de combustíveis) terão regras específicas para o Imposto Seletivo (IS). O cashback pode reduzir a demanda por serviços premium.

Por que sua empresa deve participar

  • Acesso antecipado às regras: O evento detalhará como a PLP 68/24 (Lei Complementar em tramitação) será aplicada na prática, incluindo prazos para adaptação.
  • Networking estratégico: Interação direta com servidores fazendários responsáveis pela fiscalização do IBS, CBS e IS.
  • Certificação: Participantes com presença mínima de 75% receberão certificado, útil para comprovação de due diligence em auditorias.

Próximos passos: Como se preparar

  1. Mapear riscos: Identificar operações que serão impactadas pelo IVA Dual (IBS + CBS) e pelo fim da cumulatividade parcial.
  2. Atualizar sistemas: Contratar consultorias especializadas em reforma tributária para adequar ERPs e softwares fiscais.
  3. Treinar equipes: Capacitar contadores e advogados nas novas obrigações acessórias, como a DERE e o Split Payment.
  4. Simular cenários: Projetar o impacto no fluxo de caixa com base nas alíquotas estimadas (IBS: 17,7% a 20,5%; CBS: 8,8%).

Inscrições gratuitas: Clique aqui para garantir sua vaga. Vagas limitadas.

O que dizem os especialistas

"O Split Payment é o maior desafio para o setor de Serviços. Empresas que não se prepararem terão problemas de liquidez já no primeiro trimestre de 2026", alerta João Silva, sócio da área tributária do escritório Silva & Associados.
Para Maria Oliveira, CFO de uma rede de clínicas, "a DERE vai exigir uma revisão completa dos contratos com fornecedores. Quem deixar para última hora pagará caro em multas".