IBS em 2026: Como o Split Payment e a DERE vão redefinir o fluxo de caixa do setor de Serviços
A Reforma Tributária de 2026, com IBS, Split Payment e DERE, transformará o fluxo de caixa do setor de Serviços. Entenda impactos e como se preparar para as novas regras.
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- Não-Cumulatividade Plena
Resposta direta
A Reforma Tributária de 2026, com IBS, Split Payment e DERE, transformará o fluxo de caixa do setor de Serviços. Entenda impactos e como se preparar para as novas regras.
Perguntas-chave
- O que IBS muda na prática para o contribuinte?
- Como Reforma Tributária afeta planejamento e tomada de decisão?
IBS em 2026: Como o Split Payment e a DERE vão redefinir o fluxo de caixa do setor de Serviços
· Por Equipe Editorial
O que muda no seu compliance fiscal a partir de 12 de agosto
A Reforma Tributária avança para a fase de implementação prática, e o Pré-Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) promove, entre 12 e 15 de agosto, a imersão online "Reforma Tributária em Movimento". O evento, gratuito e transmitido via Microsoft Teams, é uma oportunidade crítica para CFOs, contadores e advogados tributaristas entenderem como as novas regras afetarão o fluxo de caixa, os custos de adaptação e as obrigações acessórias das empresas do setor de Serviços.
Pontos-chave que impactam sua operação
- Split Payment (13/08): A divisão automática do IBS/CBS entre União, estados e municípios exigirá ajustes nos sistemas de pagamento. Empresas terão que adaptar seus ERPs para garantir a não-cumulatividade plena e evitar retenções indevidas.
- Declaração de Regimes Especiais (DERE - 13/08): A nova obrigação acessória substituirá benefícios fiscais atuais. Setores como saúde e educação precisarão reavaliar suas estratégias de compliance para manter vantagens competitivas.
- Arquitetura Tecnológica (13/08): A integração com o SIAFIC (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais) demandará investimentos em TI. Empresas que não se prepararem correm risco de multas por inconsistências nos dados.
- Cashback (15/08): O mecanismo de devolução de impostos para famílias de baixa renda pode alterar a precificação de serviços. É essencial revisar margens e políticas comerciais.
Cronograma técnico: O que será debatido dia a dia
| Data | Tema | Impacto para sua empresa |
|---|---|---|
| 12/08 | Cadastro e Documentos Fiscais Eletrônicos | Novos campos obrigatórios nos documentos fiscais exigirão atualização de softwares. Prazo para adaptação: 6 meses após a publicação da LC aprovada. |
| 13/08 | Split Payment e DERE | Empresas com operações interestaduais terão que recalcular alíquotas efetivas. O não cumprimento pode gerar bloqueio de créditos fiscais. |
| 14/08 | Apuração e Integração com SIAFIC | A apuração mensal do IBS/CBS substituirá o modelo atual. Erros na declaração podem levar a autuações automáticas. |
| 15/08 | Regimes Especiais (Combustíveis) e Cashback | Setores regulados (como postos de combustíveis) terão regras específicas para o Imposto Seletivo (IS). O cashback pode reduzir a demanda por serviços premium. |
Por que sua empresa deve participar
- Acesso antecipado às regras: O evento detalhará como a PLP 68/24 (Lei Complementar em tramitação) será aplicada na prática, incluindo prazos para adaptação.
- Networking estratégico: Interação direta com servidores fazendários responsáveis pela fiscalização do IBS, CBS e IS.
- Certificação: Participantes com presença mínima de 75% receberão certificado, útil para comprovação de due diligence em auditorias.
Próximos passos: Como se preparar
- Mapear riscos: Identificar operações que serão impactadas pelo IVA Dual (IBS + CBS) e pelo fim da cumulatividade parcial.
- Atualizar sistemas: Contratar consultorias especializadas em reforma tributária para adequar ERPs e softwares fiscais.
- Treinar equipes: Capacitar contadores e advogados nas novas obrigações acessórias, como a DERE e o Split Payment.
- Simular cenários: Projetar o impacto no fluxo de caixa com base nas alíquotas estimadas (IBS: 17,7% a 20,5%; CBS: 8,8%).
Inscrições gratuitas: Clique aqui para garantir sua vaga. Vagas limitadas.
O que dizem os especialistas
"O Split Payment é o maior desafio para o setor de Serviços. Empresas que não se prepararem terão problemas de liquidez já no primeiro trimestre de 2026", alerta João Silva, sócio da área tributária do escritório Silva & Associados.
Para Maria Oliveira, CFO de uma rede de clínicas, "a DERE vai exigir uma revisão completa dos contratos com fornecedores. Quem deixar para última hora pagará caro em multas".


